sexta-feira, 13 de maio de 2011


uma leve brisa passou e com ela levou, levou a alma, levou o coração e contigo apenas ficou, o ultimo bater da tua mão. a mesma leve brisa parou e apenas restou aquilo que a tua memória nunca apagou. o sol brilhou, e aí o tempo parou, o teu vestido voou. o passáro cantou, a mulher suspirou e o teu coração revoltado coou. o teu coração precisava de uma mão, de uma canção, de uma nova paixão e apartir daí será tudo em vão? e os tempos perdidos, serão novamente esquecidos, como todos os outros momentos vividos? e os olhares trocados, serão outra vez apagados, tal como os teus dias apaixonados? e os dias de luta persistente, fez-te de ti um homem mais contente? a brisa continuou e passado alguns dias passou, pois o teu coração parou.

(inventado)

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