sábado, 30 de julho de 2011


chego a caminhar, sem nenhuma direcção e talvez alguns motivos aparentemente visíveis. o meu sorriso voltou, não para durar a noite quente e sozinha mas para enfrentar as pessoas do dia. o meu guarda-chuva ainda se encontra aberto para encarar as possíveis curtas tempestades que se podem avistar. a minha vida deixou de ser calma e a mais pacifica, tornou-se num mar agitado e sem nenhum marinheiro para a conduzir. as noites a ver as estrelas, as estrelas mais brilhantes,  já não me acalmam nem tu, minha inteligente escrita, que em dias anteriores guardavas os meus maiores segredos. agora só me resta ir á procura de um novo vicio ou apenas desistir de mim mesma.

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