sábado, 9 de julho de 2011


é escasso nestes dias, ou nestas semanas, é falso e muito menos sentido. é triste e neste caso foi roubado. roubaste-mo sem pedires autorização e nenhuma justificação deste. eu tive de viver sem o meu sorriso e sem aquele calor que me davas logo pela manhã. estou ainda a tentar habituar-me á ideia de nunca mais vir a receber uma mensagem tua que me sufocava e que me punha um sorriso gigante na cara. ainda me estou a tentar controlar para não ficar algum tempo a olhar para as nossas mensagens ou para não me lembrar de tudo o que vivemos, restando-me apenas a noite, a noite mágica e solitária que não me irá julgar pelos meus actos ou pelas ideias fúteis que me ocorrem, tornando-me então uma grande sonhadora, que ainda luta pelos seus sonhos impossíveis e adormece á noite com as pequenas ideias lunáticas.
tento-me distrair durante o dia para não pensar em ti durante a noite, tento justificar-me para todos os meus inrreversiveis actos e sempre com alguns pedidos de desculpa no meio. tento não pensar no nosso futuro e tento consertar o nosso presente estragado. eu errei e nunca deveria tê-lo feito. eu comprendo a tua parte e comprendo as tuas razões para todas as tuas ultimas acções, mas eu também tinha algumas razões para cometer este erro, podes não achar e podes pensar que fui a mais vaca de todas elas, e talvez até tenha sido, pois ninguém faria isto. mas agora resta-me apenas dizer, amo-te e desculpa por tudo mesmo melhor amiga, fui a pior vaca que podias ter encontrado na tua vida. desculpa.

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