segunda-feira, 24 de outubro de 2011


por momentos quis acreditar que estavas a brincar, como tu sempre o fizeste. mas não, era tão real e tão bruscamente verdadeiro. disseste-o porque o sentias e á frente de todos. desiludiste-me muito. tu, a pessoa que sempre me ajudou. a pessoa que esteve cá sempre para mim sem nunca me pedir nada em troca. tu, a pessoa que sempre conseguiu pôr-me a sorrir. tu, o meu orgulho, o meu maior tesouso. tu, a minha irmã. fiquei calada, a ouvir-te falar e a cada palavra tua, uma lágrima ficava suspensa nos olhos, mas fui forte, como tu sempre me ensinaste, e limitei-me a rir. a suportar a dor da tua desilução para comigo e a continuar (..)

1 comentário: