domingo, 27 de novembro de 2011


acreditei demasiado em palavras que, julgava eu, serem ditas com sentimento . acreditei em ti, em nós e que depois de tudo, baseou-se nisto . como é possível em noites destas, ainda sentir o teu suposto calor, que se tornou gelado devido á tua ausência . ainda não ter coragem de apagar cada pedaço teu, que viajava entre todas as estrelas para vir ao meu encontro . e o mais triste de tudo isto, é que eu fui a causa de tudo . já não basta julgar-me todas as noites e continuar com a esperança de me responderes, ou pelo simples facto de seres imune a tudo o que fui capaz de te fazer . acredita, eu própria me critico, e tu também o fazes, talvez melhor do que ninguém . os meus olhos estão demasiados secos para agora, poder-te dizer o que estou a sentir, mas garanto-te que nunca estive tão mal, por um amigo, como tu o queres chamar . fui em busca de uma nova felicidade, e como tu o dizes, usei-te, mas acredita, tudo o que fiz e tudo o que me arrependi não o fazer, foi por ti . e agora se todas as noites choro e suplico a meio-mundo pela tua presença e pelas tuas palavras é simplesmente pelo facto de este coração estar demasiado magoado, para uma só pessoa .

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