segunda-feira, 19 de dezembro de 2011


pela primeira vez, tenho medo. e por estranho que pareça estou habituada aos teus (im)perfeitos braços. mas o medo não me deixa avançar, e este péssimo receio de cair de novo, em ti, magoa-me tanto. e o medo de sonhar voltou, pelo simples facto de estar a prever o que vai acontecer, vou cair, como tu tanto queres, e depois, aproveitaste da situação, aproveitaste do meu amor, do grande amor que tenho por ti, e usas para os teus dias de chuva, juntamente com as tuas palavras demasiado gastas. mas o que tu não sabes é que todos os sorrisos que tu me fazes, não chegam a ser o dobro das lágrimas que deitei. que todas as tardes que me deste nem serão metade das noites, em que por impossível que pareça, não adormeci. que todos os verdadeiros amo-te's que disse, eram repetidos todas as noites, numa voz calma e com as lágrimas nos olhos. e o que tu não sabes, é que eu estarei sempre cá, quer tu queiras ou não, estarei sempre de braços abertos, mesmo que o caminho não seja seguro, mesmo que seja alvo de criticas, ou que tenha de perder algumas pessoas. o que tu não sabes, é que eu ainda te amo, como nunca te deixei de amar, desde do primeiro dia em que estivemos juntos.


(inventado)

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