terça-feira, 12 de junho de 2012





falaram-me que te viram, falaram-me dos teus lábios, do teu sorriso, e da forma sexy de te vestires. sabes o quanto estranho foi relembrar sonhos, relembrar dias e olhares obscuros. tornaste-te uma página, ao qual tenho medo de abrir e, infelizmente, estão constantemente a abri-la, e pior, sem me perguntar se ficarei bem ao falar novamente do passado, ou do presente que tentei trava-lo. senti-me insegura, o meu corpo estremecia, aliás estreme, foi agora, agora mesmo, e estou sozinha, fui largada e limito-me a escrever o que as lágrimas já não conseguem dizer. passou mais de meia-hora, desde que comecei a escrever, e a dor permanece, e por mais que tente me afastar dela, ela volta, não porque tu me deixas, ou porque voltas a abri-la, mas porque sei que não estarei bem sem ti. é irónico eu querer ser consolada por quem me magoou, não? estou à tua espera, que me voltes a fazer de novo a chamada com o lindo pedido (..) irei à minha porta, abraçar-te, como previ naquela noite, e dizer que tive saudades tuas, realmente. continuo à espera da chamada, mas parece que desta vez, o pedido não voltará, talvez agora estejas bem sem mim, sem as minhas palavras, ou sem o meu perfume (..) e o telemóvel vibrou e sabes, era de novo a mensagem a dizer que te viram, porquê é que ainda não te vi? por destino, ou és tu, que andas a fugir de mim?

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