sábado, 9 de junho de 2012


uma, duas .. duas cartas que te escrevo e todas ela sem resposta. já imaginaste a quantidade de vezes que me preenches os vazios que, do nada, me ocupam? todas as vezes que me mantenho acordada, só para relembrar o teu sorriso. mantenho-me sozinha, agarrada a uma simples almofada, para que ela ocupe o lugar, o lugar que deixaste vazio, e por momentos chegas, intervéns na minha vida e fazes-me manter acordada durante horas, perturbas o meu sono e a minha mente, que infelizmente estava-se a habituar. já de nada adianta chorar, isolar-me de novo do mundo e manter-me afastada da minha própria cama, com medo de não conseguir encara-la. sempre fui lógica, e encarei os assuntos, mas este prefiro acumulá-lo, deixar a própria vida resolve-lo. todos os dias peço para não me deixares, será que chegarás a ouvir-me? esta angústia destrói-me todos os dias e a cada segundo que passa, o teu cheiro deixa de estar nas minhas roupas e eu começo a esquecer-me do quanto é bom estar ao teu lado, sabes o que é começar a esquecer do quanto agradável é sentir as tuas mãos? 

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