quinta-feira, 25 de outubro de 2012


de manhã o meu ar é quente, e faz aquela pequena nuvem branca à frente da minha boca, mas dura pouco tempo, a chuva destrói-a. agasalho-me ao meu casaco preto, mas uma pequena brisa faz-se sentir entre as calças e os meus vans. a chuva bate com força nos vidros do carro e eu limito-me a ouvir a mesma música, o dia todo. encaro-te logo pela manhã, casaco verde, phones brancos nos ouvidos e um andar uniformemente acelerado. chego a ter saudades de ouvir a tua voz de sono logo pela manhã, ou um pequeno gesto de simpatia. por vezes és capaz de olhar-me nos olhos e fingir que eu deixei de existir para ti, e isso magoa, mas ninguém sabe. as lágrimas por vezes confundem-se com a chuva, ou algumas nunca chegam a cair (..)

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