quinta-feira, 24 de julho de 2014


estou demasiado cansada de fingir que não me importo, que não me magoa, ver-te todos os dias a sair de casa, alegre e feliz com a tua vida. como é que não sentes saudades, se eu estou a fazer de tudo para não me partir em pedaços sempre que me dizem o teu nome (..) como consegues viver depois de partilhares sete anos da tua vida comigo? não sentes nem um pouco de remorsos ou talvez, mas só talvez, as memórias não te assombram? estou constantemente a sentir falta de ti e isso magoa-me tanto, porque foste tu que erraste. deixaste-me e deixaste-nos e seguiste o teu caminho. e eu já caí tantas vezes depois disso e tu prometeste, tu prometeste que estarias cá. magoa demasiado sabias? mas não, tu não sabes, tu substituíste-me e substituíste-nos e não te importaste com isso. a vida muda, as opiniões mudam e nós acabamos por crescer mas agora, estou num poço, sem fim, onde a luz está longe e tu largaste-me, fugiste e foste pelo caminho mais fácil e (..) bolas! porquê logo tu?

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